O Que Nos Apoquenta

O que aqui encontra é o que nos apoquenta, o que não devia existir.

Como ser assaltado e receber troco?

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Indo directamente ao assunto, apoquenta-me pedir um galão de màquina e uma sandes mista e pagar 5 euros! Destes, 2 euros pelo galão, e 3 pela sandes mista.

Não me apetece fazer muitas contas, mas tendo em conta que um litro de leite não chega a 1 euro, que com 2 euros compro 100 gramas de queijo e outras tantas de fiambre, e uma carcaça não passa dos 40 cêntimos, um café 70 cêntimos… Creio que aqueles senhores têm uma margem de lucro bastante elevada!

Alguém que ponha mão nisto! Há por aí muito boa gente que não tem noção do país em que vivemos, e do estado em que isto está! Se me pedem 3 euros por uma sandes mista, uma bifana deve pra cima de 10 euros!

Hoje fui assaltado, mas recebi o troco.

Escrito por Nuno

Segunda-feira, 20 dUTC Abril, 2009 em 22:11

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Quero saber quanto tempo me resta?

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NÃO. Não quero… quero é que desliguem o som dessa m****…

Não pensem que estou maluco, se ainda não perceberam do que isto se trata já explico, aposto que vos apoquenta também, ou vai apoquentar…

O post de hoje refere-se a uma publicidade online que me irrita gravemente. Aqui está ela:

Irritante até mais não

Irritante até mais não

Esta não é a versão que irrita, é apenas uma imagem para quem ainda não sabe, não lhe passar com o rato por cima. Fica o aviso feito!

O que é que me apoquenta? Pois bem, além de ser uma publicidade a algo que aposto que é completamente inútil para todas as pessoas que habitam o planeta, tem um efeito sonoro on mouse over que depois da piada da primeira vêz, é de tirar a paciência a um santo. É de querer esbofetear alguém quando há duas na mesma página e tem que se andar a fazer percursos com o rato pelo ecrã para chegar a algum sítio sem lhes passar por cima.

Pessoas responsáveis por isto, por favor… Alguma coisa tem que ser feita! Se me prometerem que calam o som que aquilo faz quando se passa com o rato por cima até juro que faço o teste para saber quanto tempo me resta… lol

Escrito por André

Terça-feira, 20 dUTC Janeiro, 2009 em 13:41

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Função Pública #1 – Informações

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Apoquenta-me bastante o facto de as pessoas que estão num balcão de informações da função pública, não interessa agora o sítio específico porque isto acontece em muitos, falarem com as pessoas que lá vão perguntar qualquer coisa, como se elas fossem parvas ou burras por não saberem nada sobre o que lá vão perguntar. Ainda por cima falam como se fosse um grande aborrecimento terem que explicar às pessoas o que fazer. Mudem de profissão, por favor!

É o que temos…

Se fôr preciso essas pessoas são as primeiras a ficarem indignadas e a refilar, se as tratam da mesma maneira quando elas estão do lado de cá do balcão.

Escrito por André

Quinta-feira, 4 dUTC Dezembro, 2008 em 15:05

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Tags num contentor...

Tags num contentor...

Qualquer um de nós já passou por uma qualquer peça de mobiliário urbano e viu as magníficas obras de arte abstracta de que vos vou falar neste artigo. Apoquenta-me bastante quando vou a andar pela rua, e vejo, seja em paredes, bancos, vidros, caixotes do lixo, postes dos candeeiros, seja o que for, aquelas assinaturas feitas por alguém com um marcador, as Tags. Esse simples acto está no meu top 10 das coisas mais inúteis que alguém pode fazer. Eu até gosto de grafitti, e sei que uma Tag é a assinatura do trabalho do artista, tudo bem, não sou ignorante ao ponto de comparar as duas coisas.  É diferente porque acho que quem assina os bancos é porque não tem trabalho para assinar ou então é pelo gosto em destruir…  Parece que estou a imaginar, passam num sítio e dizem – “eu tagei aquele banco de jardim, está belo! Já dei trabalho a um funcionário da câmara a limpar aquilo para no dia a seguir eu voltar lá e deixar tudo no lugar.” – isto enquanto olham para um gatafunho que ninguém percebe o que diz e que está todo esborratado por causa da chuva. Eu cá digo para arranjarem é qualquer útil para fazerem que têm muito tempo livre. A sério…

Escrito por André

Quarta-feira, 26 dUTC Novembro, 2008 em 09:59

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Mas que raio de votação vem a ser esta?

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Antes da problemática em si, vamos a um primeiro enquadramento:

O Vitória de Setúbal clube que estimo, decidiu eleger uma mascote. Podemos discutir o porquê, qual a necessidade disso, mas vamos passar essa parte. Decidiram então escolher uma mascote que simbolizasse a cidade que também ela dá nome ao clube, Setúbal, visto o clube não ter no seu brazão algo que pudesse ser usado.

Posto isto, vamos então olhar para o problema. E o problema, meus amigos, é que ao olhar para as opções apresentadas pelo clube pensamos o seguinte:

Bola

“Uma bola com um V na cabeça…. errrr…. NÃO!!”

golfinho1

“Um golfinho com pernas?! Err….. NÃO!!”

choco

“Um choco mutante?? Oh meu Deus… que mer** de mascotes são estas??”

Caros amigos vitorianos desejo-vos boa sorte!

Escrito por Nuno

Terça-feira, 25 dUTC Novembro, 2008 em 22:50

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Como carregar uma cruz até ao fim dos vossos dias!

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Em amena cavaqueira com uma amiga descobri que mais um amigo se vai casar! E segundo consta, no seu dia de aniversário. Começámos desde logo a esgrimir argumentos sobre se se devia, ou não, assumir este tipo de compromissos em dias festivos. Deu-me então o exemplo do quão bonito seria, por exemplo, fazer um pedido de casamento no dia de Natal com toda a família presente. Proponho-vos então o seguinte exercício:

Imaginem que fazem um pedido de casamento após a ceia de natal, e que após uns meses celebram o matrimónio no dia do vosso aniversário. Posto isto, imaginem que por algum motivo as coisas correm mal e a relação que julgavam ser para sempre (ao ponto de se casarem no dia do aniversário) não é agora mais do que um mar de recordações dolorosas!

A partir de agora meus amigos, têm uma cruz para carregar… Pois a cada aniversário, e a cada natal que passe vão recordar com mágoa algumas decisões e compromissos tomados a uma determinada altura da vossa vida.

Deixo-vos então uma ideia. Se quiserem casar, casem a um dia 3 de Novembro, 16 de Abril, 7 de Agosto… qualquer dia que não seja desde já festivo. Em 365 dias (ou 366 caso seja ano de jogos Olímpicos) devem encontrar um…

Escrito por Nuno

Sábado, 22 dUTC Novembro, 2008 em 15:09

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Jingó Bél!

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Desta vez um assunto que não me apoquenta (por enquanto), aliás, serve o seguinte post para deixar um “bem-haja” aos portugueses, pois este ano ao contrário de tantos outros, a “febre” do Natal não começou com quase dois meses de antecedência.

Congratulo-nos porque até à data ainda não vi uma única árvore de natal,  montra ou varanda enfeitada com aquelas mangueiras psicadélicas! Nem sequer pais natal a treparem pelas paredes em direcção ás janelas! Não aparecem na TV os reclamos do novo Nenuco Cagão nem do Action Man Taliban.

Espero que nos consigamos aguentar mais uns dias!

Escrito por Nuno

Segunda-feira, 10 dUTC Novembro, 2008 em 19:29

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Os Rádios Ambulantes…

com 3 comentários

Apoquenta-me seriamente o facto de certas pessoas acharem que é uma coisa muito bonita, andar a passear pelas ruas, ou nos transportes, ou estar num qualquer outro local público, a difundir com um volume considerável, a musica que têm nos seus telemóveis. Baptizados por mim e agora… os rádios ambulantes.

Não me lembro de quando avistei um deles pela primeira vez mas apoquentou-me desde o 1º segundo. Num qualquer dia da semana, vou eu algures no meu caminho e sem chatear ninguém, a ouvir musica do meu leitor de MP3, quando ao fundo um som altamente distorcido de uma qualquer banda ou artista interfere com as minhas preferências musicais, e logo se avista o responsável, uma qualquer pessoa com o telemóvel pendurado ao pescoço ou na mão e abanar a cabeça toda contente. Já não basta o som do mundo ainda temos que aturar estas pancadas… Não sei de onde vem esta moda, mas está a crescer e isso apoquenta-me.

Mas porquê?

  • Não têm possibilidades financeiras para comprar uns phones. Duvido, se têm possibilidades para comprar um telemóvel… Já para não falar que alguns deles já os trazem na caixa;
  • Para mostrarem o seu gosto musical. Esta acho que é uma ideia perfeitamente válida, mas existem meios alternativos para atingir esse objectivo e que não apoquentam as pessoas, o last.fm por exemplo. Além do mais, eu diria, que alguém que gosta de ir a ouvir musica com o som completamente distorcido pela estrada fora, não é bem um amante dessa arte, e possivelmente o som que quer partilhar já é conhecido por todos;
  • Dá estilo. Tenho a certeza que há pessoas que vêem estas situações e pensam para com os seus botões, “Aquela pessoa tem estilo”. Cá para mim é ridículo…

Ficam algumas possíveis razões para reflexão, mas o verdadeiro porquê, talvêz nunca venha a saber, e talvêz até existem vários porquês. Mas também, sinceramente não quero saber, não me interessa. Quero é que parem.

Escrito por André

Terça-feira, 4 dUTC Novembro, 2008 em 15:47

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Serviço Nacional de Saúde

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Apoquenta-me o facto de o nosso serviço de nacional de saúde ser injusto!

Todos nós sabemos que o nosso serviço nacional de saúde não é o melhor, que tem imensas falhas, e que cada vez mais se perdem direitos adquiridos. No entanto, o que vi hoje passa o limite do aceitável!

Ao acompanhar o noticiário da rtp deparei-me com uma notícia que dava conta da mudança de sexo de um tal rapaz (agora uma menina em potência), que pertenceu a essa grande banda que fez sucesso nos anos 90 “Onda Choc“. Até aqui tudo normal, pensava eu ser mais uma daquelas notícias vulgares que não deviam squer ter tempo de antena num telejornal que se quer sério.

O importante da notícia é que dizia que a operação para mudança de sexo é 100% comparticipada pelo estado. E assim sendo, é apenas mais um esforço de todos nós para que este menino(a) seja feliz! Afinal de contas a cirurgia até não é assim tão cara, são só entre 15 a 25 mil euros.

Esperemos agora que este individuo depois não meta uma banda gástrica… sim, porque também é 100% comparticipado! É provável que o faça, sabem como são as mulheres… nunca satisfeitas!

Escrito por Nuno

Terça-feira, 4 dUTC Novembro, 2008 em 15:19

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Transportes Públicos #1 – Os Apitos do Metropolitano

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Apoquenta-me o facto de os senhores condutores do Metropolitano da bela cidade de Lisboa, os que na Linha Vermelha saem da Alameda em direcção ao Oriente (pelo menos estes…), deixarem o referido transporte estacionado lá ao fundo na gruta deles largos minutos, até faltar cerca de 10 segundos para a hora de saída. E porquê?

Apoquenta-me por uma simples razão. No instante em que decidem abrir as portas das carruagens para os utentes poderem entrar, fazem ecoar por toda a estação um som estridente que, acredito eu, tira do sério todas as pessoas presentes. É que às 7 e meia da manhã este tipo de coisas não é nada bem-vindo, sendo ainda por cima totalmente desnecessário.

Agora, não posso deixar de colocar a seguinte questão, será que os referidos senhores fazem isso por inspiração própria ou por ordens superiores? Seja como for, deixo aqui uma solicitação. Por favor, senhores com poder no Metropolitano de Lisboa, tomem medidas, pela minha (e das restantes pessoas que têm que se sujeitar a este tratamento diário) saúde auditiva e mental, e quem sabe pela saúde futura do condutor…

Escrito por André

Terça-feira, 4 dUTC Novembro, 2008 em 00:12

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